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DIREITOS HUMANOS ATACAM

TENHO MÊDO DESSES ”DIREITOS HUMANOS”

 

DEUS seria condenado a pena do fogo eterno do inferno, se fosse Julgado pelos incontáveis crimes contra a humanidade que são praticados em seu nome. Ordens Divinas, trasmitidas por arautos que Jurando em nome DÊLE,  garantem serem seus mandatários e procuradores, são responsáveis por toda a sorte de atrocidades, torturas, massacres, genocídios, onde  homens, mulheres e crianças são trucidadas em seu nome.

 “DIREITOS HUMANOS”  é a bola da vêz, em seu nome o Crime e a Criminalidade são escondidos na vala comun da “violência”, quando sabemos que nem toda violência é crime, embora todo crime seja uma violência. Omitindo o crime esses ”direitos humanos” repelem a punição e abrem as portas das prisões. Nossas famílias, mulheres, crianças e nós mesmos, ficamos a mercê, como presas fáceis e indefesas, dos criminosos, psicopatas e marginais, livres nas ruas pois são detentores de “direitos humanos” que não alcançam os cidadãos de bem.  Homens, mulheres e crianças são estupradas, roubadas, trucidadas e ai delas se reagirem causando qualquer dano aos portadores de “direitos humanos”, aí sim, sofrerão os rigores da Lei e da condenação, pois todos os “direitos humanos” cairão sobre elas como gafanhotos.

A NAÇÃO BRASILEIRA está agora sob o fogo inimigo de pesado ataque dos “Direitos Humanos”, “concebido nos moldes de um Cavalo de Troia” como diz a revista VEJA ou de “um bode na sala” como afirmam outros, o Decreto Presidencial 7037/9 impôs a todos nós o Programa Nacional de Direitos Humanos, contendo um calhamaço de propostas que, de tão absurdas, conseguiram provocar a indignação, revolta  e protesto dos mais variados setores da sociedade Brasileira.

O Decreto Presidencial 7037/9  demonstra total desrespeito e mesmo um acintoso ataque de seus idealizadores aos preceitos constitucionais, pretendem violar o direito de propriedade, a liberdade de imprensa, a liberdade religiosa entre outros absurdos. Projeto autoritário que através de uma “democracia direta” deixaria em segundo plano o Congresso e o Judiciário, com as decisões importantes transferidas para o Presidente apoiado em comissões, conselhos e organizações cooptadas e subordinadas a orientação ideológica e o dinheiro do tesouro nacional.  Nada mais que cópia, de exemplos das Ditaduras Stalinistas, Hitleristas, e, mais recentemente, do nascente ”Chavismo”.  Nesse Programa, Direitos Humanos nada mais é que um nome respeitável para legitimar o nada respeitável Sistema Autoritário de Governo, com controle econômico, Social e Político.

O Programa ataca o Regime Militar, mas protege o crime político, aprova o Aborto ilimitado, retirando o direito da sociedade discutir o assunto até a exaustão, defende a Censura dos veículos de comunicação, o que é flagrantemente contra a democracia, combate o Direito de Propriedade e defende a ocupação violenta e ilegal, retirando da Justiça a prerrogativa de expedir Mandados de Reintegração, quer impedir a existência de simbolos religiosos, como o Cristo Redentor do Rio de Janeiro e de outras cidades Brasileiras.

Tantos são os absurdos embutidos nesses ”Direitos Humanos” que podemos inferir se tratar de um “bode na sala” que, ao ser retirado, face a reação da sociedade, deixará rastros com o seu cheiro e consequências. 

Entretanto, o “Programa Nacional de Direitos Humanos”  vai muito além desses temas mais polêmicos, algumas das proposições afetam diretamente atiradores, colecionadores, caçadores e todos aqueles que defendem o direito à posse legal de armas. 

Sob a “diretriz 13″ de combate à violência, está a adoção de medidas voltadas a dificultar, ainda mais, a aquisição de armas por pessoas físicas e, também, por empresas de segurança privada:

Prevenção da violência e da criminalidade e profissionalização da investigação de atos criminosos.

Objetivo estratégico I:
Ampliação do controle de armas de fogo em circulação no País.
Ações programáticas:
a) Realizar ações permanentes de estímulo ao desarmamento da população.
Responsável: Ministério da Justiça
b) Propor reforma da legislação para ampliar as restrições e os requisitos para aquisição de armas de fogo por particulares e empresas de segurança privada.” [original sem grifo]

Embutido no Programa Nacional de Direitos Humanos, o governo pretende, mais uma vez, sobrepor a sua vontade a inequívoca vontade do povo Brasileiro, manifestada no referendo de 2.005, quando disse NÃO a proibição do comércio de Armas de Fogo.

O golpe já se encontra em gestação.  A nossa única e derradeira esperança se volta para o desacreditado Congresso Nacional, que DEUS nos ajude.

ODILON SOARES

odilonsoares@odilonsoares.com

INFORME-SE.